BATE-BOLA COM SÉRGIO ALVES
16.11.2009 ·
Bate-bola ·
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Aos 39 anos, Sérgio Alves ainda se emociona com o grito da torcida que, em peso, evoca o seu nome. Seu talento e a sua forte identidade com o Ceará nunca sairão da memória do Clube e do torcedor. Parabéns, Carrasco!
Como começou essa fantástica identidade com o Ceará?
Começou em um confronto entre Ceará X Central, onde eu atuava pelo Central. Em seguida eu fui contratado pelo Ceará. Então a partir desse contato surgiu toda essa história maravilhosa.
Desde a sua primeira passagem até hoje, que diferença você vê na estrutura e na organização do Ceará?
A diferença é da água para o vinho, porque na época o Ceará não tinha um terço da estrutura que tem hoje. Eu até fiquei admirado quando retornei no ano passado e vi o que tinha sido feito e o que estava para ser feito de melhorias.
Você é o único jogador alvinegro em atividade a ter uma bandeira em sua homenagem no estádio. Como é ouvir um coro de 40 mil pessoas gritando o seu nome em cada jogo do Ceará?
Para mim é gratificante, isso é o que me fortalece. Deus ainda tá me dando a condição de estar na profissão e continuar fazendo o meu trabalho bem feito. Quando eu chego no Castelão e vejo aquela minha bandeira estendida lá e, consequentemente, quando a torcida em peso fica pedindo a minha entrada em campo. Isso faz com que eu me fortaleça e permaneça na profissão para corresponder a todo esse carinho, toda essa confiança que a torcida tem na minha pessoa e no meu trabalho.
Um gol inesquecível
Em 94, Ceará X Tuna Luso. Um jogo em que o Ceará não podia nem empatar senão cairia para a Série C. Eu estava voltando daquela punição da final da Copa do Brasil. Naquele momento, mais uma vez, pude dar a minha contribuição ajudando o Ceará a permanecer na Série B.
Um ídolo
Zico.
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